Quais os impactos da La Niña no Brasil?
O resfriamento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico, ocasionado pelo La Niña, altera os padrões atmosféricos e impacta o clima global. No Brasil, por exemplo, o fenômeno pode trazer chuvas mais intensas para o Norte e Nordeste, enquanto o Sul enfrenta condições mais secas.
“De maneira geral, podem afetar as condições de vida da população, como aquelas que vivem em espaços vulneráveis às fortes chuvas e sujeitos à enchentes. As atividades econômicas também são um ponto de atenção devido à estiagem ou as chuvas intensas, que podem prejudicar a renda e o sustento de muitos trabalhadores”, acrescenta Juliana Moraes.
Quando foi a última La Niña?
O fenômeno La Niña ocorreu nos anos de 2016, 2010, 2007, 1998 e 1995, com o episódio mais recente se estendendo de julho de 2020 até fevereiro de 2023.
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Como a La Niña pode cair no Enem e em outros vestibulares?
A autora de geografia, Juliana Moraes, explica de qual forma a La Niña pode ser cobrado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e em outros vestibulares:
- Detalhes da formação do fenômeno, com destaque para relação com os ventos alísios;
- Diferenças entre El Niño e La Niña;
- Relação entre a La Niña e os impactos sobre a agropecuária, o desmatamento, a desertificação, as enchentes e as ondas de calor.
“Esse tipo de conhecimento é importante, especialmente se considerarmos grandes riscos como as fortes chuvas recentes no Rio Grande do Sul e os seus impactos nos mais variados contextos”, justifica Juliana.
A dica para se dar bem na prova é estudar climatologia geral, atentando-se aos elementos e fatores do clima e suas relações entre si. Juntamente a isso, é importante saber analisar mapas, considerando diferenças de temperatura e locais mais secos ou mais chuvosos.
Qual a chance da La Niña cair no Enem?
Se você vai prestar o Enem 2024, saiba que a chance do fenômenos La Niña cair na prova não é tão alta. A autora do Sistema de Ensino PH, Juliana Moraes, afirma que o tema não é recorrente nos exames vestibulares.
Porém, a especialista alerta que o assunto pode cair na prova, considerando que o fenômeno está tendo um intervalo menor entre as suas ocorrências, muito associado às mudanças climáticas globais.
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