
Pós para melhorar o currículo vale a pena? Veja como colocar
Isabella Baliana | 25/06/26Veja quando a pós faz diferença no currículo, como incluir MBA no CV e destacar a formação no LinkedIn.
A presença online se tornou essencial para profissionais de diversas áreas, inclusive para advogados. Sites, redes sociais e produção de conteúdo passaram a fazer parte da estratégia de posicionamento de muitos escritórios.
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Mas, no caso da advocacia, a divulgação de serviços precisa seguir regras específicas. Diferentemente de outros setores, a publicidade jurídica é regulamentada por normas éticas que limitam determinadas práticas de marketing.
Diante disso, surge uma dúvida comum entre profissionais do direito: marketing jurídico é permitido?
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A publicidade na advocacia é regulamentada pela Ordem dos Advogados do Brasil, que define diretrizes para garantir que a comunicação profissional preserve a ética, a credibilidade e a sobriedade da área.
De forma geral, o marketing jurídico é permitido, desde que tenha caráter informativo e educativo, sem apelos comerciais diretos ou práticas que configurem captação indevida de clientes. Ou seja, o foco está em orientar, esclarecer e gerar valor por meio do conhecimento jurídico.
Entre os princípios que orientam essa comunicação, destacam-se:
Essas diretrizes estão previstas nos provimentos da OAB, que funcionam como um guia para a atuação dos profissionais no ambiente digital e offline. Na prática, isso significa que advogados podem, sim, se posicionar, produzir conteúdo e fortalecer sua presença no mercado, desde que façam isso com responsabilidade, ética e compromisso com a informação de qualidade.
As regras de publicidade jurídica existem para evitar que a advocacia seja tratada como um serviço comercial comum.
Por isso, algumas práticas são consideradas inadequadas ou proibidas, como:
Essas restrições ajudam a preservar a credibilidade da profissão e a confiança dos clientes.
Mesmo com algumas limitações, advogados podem e devem investir em estratégias de presença digital e posicionamento profissional, desde que respeitem as diretrizes da OAB.
De forma geral, a comunicação deve ter caráter informativo, educativo e institucional, evitando abordagens comerciais diretas. Dentro desse contexto, são práticas permitidas:
Quando bem aplicadas, essas estratégias contribuem para construir autoridade, fortalecer a reputação e gerar confiança junto ao público. Assim, o profissional consegue se posicionar no mercado de forma consistente e ética, transformando conhecimento em valor percebido.
Dentro das diretrizes da OAB, a produção de conteúdo educativo se destaca como uma das estratégias mais eficazes para advogados.
Artigos, vídeos e publicações em redes sociais permitem traduzir temas jurídicos complexos em uma linguagem acessível, ajudando o público a entender seus direitos e deveres. Mais do que informar, esse tipo de conteúdo cria conexão, gera confiança e posiciona o profissional como referência em sua área de atuação.
Com consistência, essa prática fortalece a chamada autoridade jurídica, um diferencial importante em um mercado cada vez mais competitivo.
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Com o crescimento do ambiente digital, muitos advogados passaram a investir em presença online. No entanto, a falta de conhecimento sobre as normas da publicidade jurídica pode gerar riscos, inclusive disciplinares.
Por isso, entender os limites e as boas práticas é essencial para construir uma comunicação estratégica, ética e alinhada às exigências da profissão.
Nesse cenário, a busca por qualificação tem se tornado cada vez mais comum, especialmente em áreas como marketing jurídico, gestão de escritórios, marketing digital e branding profissional.
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