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Universidades

Movimento Empresa Júnior ajuda jovens a entrar 4x mais rápido no mercado

por Isabella Baliana em 02/06/22

O desemprego no Brasil tem atingido todas as faixas etárias, mas, como parte de uma realidade histórica, a população jovem ainda é a mais afetada nesse contexto. De acordo com dados do Ministério da Economia, desde 2016 a taxa de desemprego entre pessoas de 18 a 24 anos fica acima de 20%. 

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Contudo, algumas iniciativas de instituições podem facilitar a entrada desses jovens no mercado de trabalho, como é o caso do Movimento Empresa Júnior (MEJ), da Confederação Brasileira de Empresas Juniores, mais conhecida como Brasil Júnior, projeto que capacita os jovens, por meio da vivência empresarial, a serem empreendedores e agentes de transformação da realidade brasileira.

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Quais fatores possibilitaram uma contratação mais rápida?

De acordo com uma pesquisa realizada pela MEJ ao longo de 2021, um jovem que participou do MEJ pode entrar até quatro vezes mais rápido no mercado de trabalho quando comparado com os outros. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, o tempo médio para um jovem com ensino superior completo se inserir no mercado de trabalho é, em média, de 16,8 meses. Em paralelo, a pesquisa mostrou que 52,98% dos pós-juniores que fizeram parte do MEJ levaram até três meses para serem empregados após a saída da organização.

Segundo a presidente da Brasil Júnior, Beatriz Nascimento, a rápida inserção no mercado de trabalho se dá por uma série de fatores. Um deles é o desenvolvimento de soft skills durante o movimento, habilidades comportamentais cada vez mais exigidas pelas empresas. 

Ao liderar equipes, os respondentes afirmam que sempre ou frequentemente conseguem liderar para que o grupo trabalhe junto em busca de um objetivo (90%), dar feedback positivo quando alguém tem bom desempenho (89,7%), apresentar novas formas de analisar as dificuldades para ajudar a esclarecer aos demais da equipe (76,8%) e estimular as pessoas da equipe a pensarem sobre antigos problemas de novas maneiras (61,6%).

"Esses jovens desenvolvem não só pensamentos como também atitudes empreendedoras. 64,2% dos pós-juniores consideram contribuir ativamente, total ou parcialmente, com a bandeira do empreendedorismo no Brasil. No mais, 82,8% estariam dispostos a investir em empreendimentos que acreditassem e 75,4% lidam bem com riscos calculados", relata a presidente. 

O levantamento ainda mostra que 67,59% daqueles que responderam a pesquisa estão atualmente em algum emprego e 8,2% estão empreendendo. As regiões do Brasil com maior impacto do MEJ na taxa de empregabilidade dos jovens respondentes empregados em até três meses são o norte, com 83%, e centro oeste, com 67,2%. Quanto à percepção de atribuição de empregabilidade ao MEJ, o ranking também é liderado pelo norte e seguido pelo centro oeste.

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Para Beatriz Nascimento, a oportunidade de participar do MEJ é uma boa chance de se destacar no mercado, como também trabalhar o desenvolvimento e experiência pessoal em lidar com questões relacionadas ao empreendimento de um novo negócio ou inovação daqueles já existentes.  

"Aqueles que podem ter a experiência de passar pelo Movimento Empresa Júnior são positivamente impactados não só na inserção do mercado de trabalho, como também em seu desenvolvimento sócio comportamental, de liderança e de mentalidade, transformando ativamente a sociedade", afirma. 

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