
Para ser analista precisa de curso superior? Confira!
| 19/08/26Confira quais cursos são mais indicados e quanto ganha um profissional júnior, pleno ou sênior.
Confira quais cursos são mais indicados e quanto ganha um profissional júnior, pleno ou sênior.
Em resumo:
Entenda mais abaixo!
O cargo de analista aparece em diferentes áreas do mercado de trabalho, como Administração, Finanças, Tecnologia da Informação e análise de dados.
Por isso, uma dúvida é comum entre quem deseja conquistar uma dessas vagas: é preciso fazer faculdade para ser analista?
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A resposta depende da área, do nível da vaga e, principalmente, das exigências da empresa ou do concurso.
A seguir, entenda se para ser analista precisa de faculdade e veja quais são os cursos mais indicados para diferentes áreas de atuação.

Não existe uma regra geral que determine que todo cargo de analista exige curso superior.
Na iniciativa privada, cada empresa pode estabelecer os requisitos da vaga, e a exigência de diploma varia conforme a função, a área e o nível de experiência.
Ainda assim, o ensino superior completo é uma exigência bastante comum em vagas de analista, principalmente em empresas médias e grandes e em posições que envolvem atividades mais especializadas. Em alguns casos, a graduação pode ser aceita em andamento, especialmente para vagas de nível júnior.
No serviço público, a situação é diferente. O edital do concurso determina a escolaridade necessária para assumir o cargo. Em concursos para diferentes tipos de analista, é comum a exigência de nível superior completo, mas a formação necessária pode variar.
Há concursos em que o requisito é graduação em qualquer área, enquanto outros exigem uma formação específica relacionada à especialidade do cargo.
Um exemplo aparece em seleção do próprio Governo Federal: o cargo de Analista Administrativo foi associado à exigência de graduação em qualquer área de conhecimento, enquanto funções técnicas de nível médio possuem requisito diferente.
Sim, em algumas situações. Na iniciativa privada, uma pessoa pode ser contratada para um cargo de analista sem ainda ter concluído uma graduação, caso a empresa não estabeleça o diploma como requisito.
Isso pode acontecer especialmente quando o profissional possui experiência prática, domínio de ferramentas específicas, certificações ou um portfólio que demonstre suas competências.
Também existem empresas que aceitam estudantes que ainda estão cursando a graduação em vagas de analista júnior. Nesses casos, a conclusão do curso pode fazer parte do desenvolvimento profissional esperado para os próximos níveis da carreira.
No entanto, vale lembrar: a ausência de curso superior pode limitar o acesso a determinadas vagas, principalmente quando a graduação aparece como requisito ou quando o cargo está relacionado a uma profissão regulamentada.
Não existe uma única faculdade para quem deseja trabalhar como analista. O curso mais indicado depende do tipo de analista que a pessoa pretende ser. Algumas das opções mais comuns são:
Além da formação acadêmica, as habilidades exigidas dependem da vaga. Um analista financeiro, por exemplo, pode precisar dominar Excel, sistemas ERP, indicadores financeiros, orçamento e demonstrações contábeis.
Já um analista de dados tende a trabalhar com ferramentas de análise, programação e visualização de informações.
Os cargos de analista costumam ser divididos em júnior, pleno e sênior, de acordo com o nível de experiência, autonomia e complexidade das atividades.
Esses períodos são apenas referências. Cada empresa pode definir seus próprios critérios para classificar os profissionais em cada nível.
O salário de um analista varia conforme a área, experiência, nível do cargo e empresa. Segundo dados do Glassdoor atualizados em julho de 2026, o salário-base médio de um analista no Brasil é de R$ 4 mil por mês, com faixa de R$ 3 mil a R$ 5 mil.
A remuneração também aumenta conforme o nível de carreira. Para analista pleno, por exemplo, o Glassdoor aponta salário-base médio de R$ 5 mil mensais, com faixa entre R$ 4 mil e R$ 7 mil.
Assim, de forma geral, os valores podem ser resumidos da seguinte maneira:
É importante lembrar que esses valores são referências de mercado, e não um salário fixo para todos os profissionais.
Um analista de tecnologia ou dados, por exemplo, pode receber uma remuneração diferente de um analista administrativo ou de RH. Além disso, a cidade e a experiência profissional também influenciam o valor pago.
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