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Exigência de um segundo idioma não se limita a cargos altos
Segundo o especialista, o conhecimento de um segundo idioma também passou a ser esperado até mesmo de cargos iniciais.
“Percebemos que a exigência por um segundo idioma não está mais restrita a cargos altos ou grandes companhias, como era comum há alguns anos. Ou seja, estagiários, analistas júnior ou recepcionistas de empresas de médio porte também podem precisar do idioma nas tarefas diárias”, ressalta.
Ainda de acordo com Barreto, diferentes áreas profissionais podem esperar conhecimentos de idiomas diferentes, em níveis que também variam. Áreas como Finanças, Mercado Financeiro, ou a de Seguros e Jurídico, por exemplo, requerem a fluência em inglês. “A área de Vendas e Marketing também demanda por conhecimentos na língua inglesa, mas em níveis menos avançados e a de Recursos Humanos busca por profissionais com habilidades tanto em inglês como em espanhol”, complementa.
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As habilidades cobradas em um idioma estrangeiro não são as mesmas para todas as vagas, pois cada posição possui suas especificidades.
No entanto, Barreto explica quais conhecimentos normalmente são esperados do candidato em cada nível. “Para vagas que solicitam níveis intermediários, espera-se que o candidato já possua vocabulário na sua área de especialidade, seja capaz de se posicionar na maioria das situações e consiga descrever suas experiências profissionais e ambições para o futuro, mas que ainda possa ter dificuldade em manter um diálogo fluido”, esclarece.