
Dia da Árvore: 10 atividades para Educação Infantil + PDF
| 21/09/26Confira atividades para o Dia da Árvore na Educação Infantil e baixe um PDF
A trend do cabelo curto usa Inteligência Artificial para simular, em poucos segundos, uma transformação para o corte chanel.
Em resumo:
A trend do cabelo curto ganhou espaço nas redes sociais depois que influenciadores e celebridades publicaram vídeos nos quais surgem cortando os próprios fios.
No final, o cabelo aparece curto, geralmente em um estilo chanel alinhado na altura do queixo.
Apesar da aparência realista, ninguém precisou enfrentar a tesoura de verdade. A transformação é produzida por uma ferramenta de inteligência artificial, que anima uma foto e cria as diferentes etapas do suposto corte.
Nomes como Lucas Rangel, Tata Estaniecki, Brunna Gonçalves e Camila Loures estão entre os famosos que participaram da brincadeira.
A seguir, o conteúdo explica qual é a trend do corte de cabelo, como fazer o vídeo no Miu AI app e quais cuidados pais e responsáveis devem ter ao ajudar adolescentes a entrar na brincadeira.

A trend mostra uma pessoa usando uma tesoura para cortar os próprios cabelos até revelar um cabelo curto. Em muitas versões, o resultado é um corte chanel reto, simétrico e na altura do queixo.
O vídeo costuma incluir closes da tesoura, mudanças de enquadramento e sons que lembram um corte de cabelo real. Entretanto, toda a sequência é criada digitalmente a partir de uma fotografia.
Por isso, a trend do cabelo chanel não registra uma mudança verdadeira de visual. Trata-se de uma simulação que transforma uma imagem estática em um vídeo curto com movimentos e alterações produzidos por IA.
A ferramenta associada à brincadeira é o Miu AI, aplicativo que gera fotos e vídeos com inteligência artificial. O serviço permite carregar uma imagem, aplicar estilos prontos e simular mudanças de aparência.
No Brasil, o Miu AI está disponível apenas na App Store e requer o iOS 15.0 ou uma versão posterior. A página brasileira da loja informa classificação indicativa A16 e a existência de compras dentro do aplicativo.
A disponibilidade, os modelos, os créditos e os valores podem mudar conforme a versão, o aparelho e a região. Antes de instalar, é importante confirmar o nome do desenvolvedor, a classificação etária e as condições exibidas na loja oficial.
A brincadeira ganhou alcance depois que nomes como Gkay, Tata Estaniecki, Camila Loures, Brunna Gonçalves, Lucas Rangel e Gustavo Tubarão publicaram suas versões.
Lara Santana e Seu Zé, pai do influenciador Matheus Costa, também entraram na trend, ampliando o apelo do formato entre diferentes públicos.
Quando uma personalidade conhecida participa de um desafio nas redes, o conteúdo ganha visibilidade e parece mais fácil de reproduzir. Entre adolescentes, alguns fatores podem aumentar a vontade de participar:
Pais e responsáveis podem aproveitar esse interesse para conversar sobre privacidade, consumo e inteligência artificial. Antes de participar, é importante verificar quais dados serão compartilhados, se o aplicativo cobra pelo efeito e como indicar que o vídeo foi criado por IA.
O adolescente também deve saber que não precisa aderir a uma trend para se sentir incluído. Caso a família decida entrar na brincadeira, a participação deve acontecer com supervisão e respeito à vontade de quem aparece na fotografia.
| Atenção: É importante que a publicação tenha uma indicação clara de que o vídeo foi produzido por Inteligência Artificial. |
Para fazer a trend, um adulto deve instalar o aplicativo, localizar o efeito de mudança de visual e enviar uma foto adequada. O caminho pode mudar após atualizações, mas o processo costuma seguir estas etapas:
Alguns efeitos podem depender de assinatura ou da compra de créditos. O responsável deve verificar o preço e a forma de renovação antes de confirmar qualquer pagamento.
Uma imagem clara facilita o reconhecimento do rosto e do cabelo pela ferramenta. Isso não garante um resultado perfeito, mas pode reduzir distorções visuais.
A fotografia escolhida deve apresentar:
Fotos com outras pessoas, pouca luz ou partes do cabelo fora do enquadramento podem gerar movimentos estranhos. Mesmo com uma boa imagem, a IA pode modificar traços, criar fios artificiais ou apresentar falhas nas mãos e na tesoura.
A trend pode ser uma oportunidade para conversar sobre inteligência artificial, privacidade e leitura crítica das redes sociais. A mediação começa antes da instalação e continua até uma eventual publicação.

A página do aplicativo na App Store informa que identificadores, dados de uso e diagnósticos podem ser coletados, sendo que alguns dados podem ser usados para rastreamento.
A Apple ressalta que essas informações são declaradas pelo desenvolvedor e não foram verificadas pela plataforma.
| Momento | Como o responsável pode ajudar |
| Antes de instalar | Conferir classificação etária, política de privacidade e compras no app |
| Antes de enviar a foto | Evitar uniforme escolar, endereço, localização e outras informações identificáveis |
| Durante o uso | Manter o controle da conta e acompanhar permissões e pagamentos |
| Antes de publicar | Perguntar se o adolescente realmente deseja compartilhar o vídeo |
| Depois da publicação | Observar comentários, limitar o público e apagar o conteúdo quando necessário |
É importante que as famílias conversem sobre as informações compartilhadas e revisem as configurações de segurança dos dispositivos.
Uma selfie não é apenas uma imagem divertida: ela pode revelar o rosto, a idade aproximada, o ambiente frequentado e outros elementos da rotina. Quando a fotografia mostra um adolescente, o cuidado precisa ser ainda maior.
Por isso, antes do envio, é recomendado:
Este Guia para Uso de Telas por Crianças e Adolescentes, do Governo Federal, alerta que imagens produzidas por IA podem ser usadas em golpes, cyberbullying e violações de privacidade.
A trend chama atenção porque cria uma cena convincente a partir de uma única fotografia. Esse resultado permite mostrar aos adolescentes que um vídeo com aparência real não funciona necessariamente como prova de que algo aconteceu.
A experiência pode abrir conversas sobre:
Essa discussão também se conecta à educação midiática. Em vez de apenas consumir ou reproduzir uma tendência, o adolescente aprende a questionar a origem, a intenção e os possíveis impactos daquele conteúdo.
A IA já pode aparecer em atividades escolares como criação de imagens, análise de notícias e pesquisas orientadas. Para entender outras possibilidades, a família pode consultar este conteúdo sobre inteligência artificial na Educação Básica.
O vídeo pode servir como brincadeira ou referência inicial, mas não oferece uma previsão exata. A IA não avalia com precisão fatores como textura, volume, densidade, curvatura, crescimento dos fios e formato real do corte.
Também é possível que o sistema altere o rosto ou crie uma versão idealizada da aparência. Por isso, a imagem não deve se transformar em padrão de comparação ou motivo para pressão estética.
Caso o adolescente queira cortar o cabelo de verdade, o caminho mais seguro é conversar com um profissional. Fotografias de referência e orientações sobre a rotina de cuidados ajudam a escolher um corte compatível com o tipo de fio e as preferências pessoais.
Tendências como a do cabelo curto mostram que a inteligência artificial já faz parte do entretenimento, das redes sociais e da rotina dos adolescentes.
Por isso, ao escolher uma escola para os filhos, é importante considerar como a instituição trabalha tecnologia, educação midiática, inteligência artificial, pensamento crítico e segurança digital.
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Além de avaliar a mensalidade, a família pode conversar com a coordenação sobre o uso pedagógico da IA, as regras para dispositivos e o apoio oferecido aos estudantes.
Este guia para escolher uma escola para adolescentes reúne outros critérios importantes para uma decisão mais segura.
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