
7 de setembro: 7 cursos para quem sonha em trabalhar pelo Brasil
| 04/09/26No 7 de Setembro, conheça graduações para quem deseja construir uma carreira ligada ao Brasil, ao setor público e aos desafios do país.
No 7 de Setembro, conheça graduações para quem deseja construir uma carreira ligada ao Brasil, ao setor público e aos desafios do país.
Em resumo:
Entenda mais abaixo!
Celebrado em 7 de setembro, o Dia da Independência do Brasil marca um dos principais acontecimentos da história do país. Mas a data também pode servir de inspiração para quem está pensando no futuro profissional e gostaria de construir uma carreira ligada aos desafios brasileiros.
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E as possibilidades vão muito além da política. Relações internacionais, economia, preservação da história, gestão pública e desenvolvimento de políticas sociais são algumas das áreas em que profissionais de diferentes formações podem atuar.
A seguir, confira 7 cursos para quem sonha em trabalhar pelo Brasil, seja no setor público, em instituições nacionais ou em áreas relacionadas ao desenvolvimento do país.

Não existe uma única graduação para quem deseja trabalhar no setor público ou contribuir profissionalmente com questões relacionadas ao Brasil.
Dependendo da área escolhida, é possível atuar com diplomacia, Justiça, economia, gestão pública, patrimônio cultural, pesquisas sociais e políticas públicas.
Conheça algumas possibilidades:
Para quem acompanha o que acontece no mundo e se interessa pela relação do Brasil com outros países, Relações Internacionais é uma das graduações que podem fazer sentido.
O curso aborda temas como política internacional, economia, comércio exterior, história, direito e negociação. Depois de formado, o profissional pode trabalhar em empresas, organizações internacionais, instituições públicas e outras organizações que mantenham relações com diferentes países.
A diplomacia é uma das carreiras mais associadas à graduação. Os diplomatas representam o Brasil internacionalmente e podem atuar em embaixadas, consulados e missões brasileiras no exterior.
Mas atenção: não é obrigatório cursar Relações Internacionais para ser diplomata. O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) exige formação superior, conforme as regras estabelecidas no edital, mas não determina que o candidato seja formado especificamente em RI.
O curso de Direito é outro caminho para quem deseja trabalhar em instituições brasileiras e no setor público.
Durante a graduação, o estudante entra em contato com áreas como Direito Constitucional, Administrativo, Civil, Penal e Trabalhista, além de estudar o funcionamento das leis e das instituições.
No setor público, a formação está relacionada a diferentes possibilidades profissionais, como magistratura, Ministério Público, defensorias, procuradorias e outras carreiras jurídicas, cada uma com seus próprios requisitos de ingresso.
Também existem concursos e funções administrativas que podem aproveitar os conhecimentos adquiridos durante a faculdade de Direito.
Por isso, é uma alternativa especialmente ligada ao funcionamento das instituições, à aplicação das leis e à administração da Justiça no país.
Se a ideia é trabalhar diretamente com a gestão de órgãos, serviços e recursos públicos, Administração Pública é uma das graduações mais relacionadas a esse objetivo.
O estudante pode ter contato com conteúdos de gestão, economia, direito, orçamento, planejamento e políticas públicas. A proposta é compreender como organizações públicas funcionam e como seus recursos podem ser administrados.
Entre as possibilidades estão órgãos municipais, estaduais e federais, além de autarquias, fundações, organizações sociais e instituições que desenvolvem projetos relacionados à administração pública.
Uma referência no governo federal é a carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG). Entre suas atribuições estão atividades relacionadas à formulação, implementação, monitoramento e avaliação de políticas públicas, além da gestão de projetos, processos e recursos públicos.
Isso não significa, porém, que Administração Pública seja necessariamente a graduação exigida para essa ou outras carreiras. Os requisitos de formação dependem de cada concurso e devem ser consultados no edital.
Inflação, emprego, renda, orçamento público e desenvolvimento econômico fazem parte de debates que afetam diretamente a vida dos brasileiros, e são alguns dos temas que podem aparecer na formação em Economia.
O curso prepara o estudante para analisar dados e cenários econômicos e compreender fenômenos relacionados à produção, ao consumo, ao mercado e às decisões econômicas.
No setor público, economistas podem encontrar possibilidades em órgãos de planejamento, instituições de pesquisa, bancos públicos, agências reguladoras e outras instituições ligadas à economia e às finanças públicas.
Um exemplo de carreira relacionada a esse universo é a de Analista de Planejamento e Orçamento (APO), no governo federal.
Entre as atribuições do cargo estão atividades ligadas à formulação, implementação e avaliação de políticas de planejamento e orçamento, além do acompanhamento de instrumentos como o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Entender um país também exige compreender como sua sociedade funciona. É justamente aí que entra a graduação em Ciências Sociais.
O curso reúne principalmente conhecimentos de Sociologia, Antropologia e Ciência Política e permite estudar temas como cultura, desigualdades, relações sociais, instituições e comportamento político.
Depois da faculdade, o profissional pode trabalhar com pesquisas, levantamentos sociais, projetos, análise de dados e políticas públicas, tanto em instituições públicas quanto em universidades, institutos de pesquisa e organizações da sociedade civil.
No governo federal, por exemplo, existe a carreira de Analista Técnico de Políticas Sociais (ATPS), que desenvolve atividades de assistência técnica, monitoramento e avaliação de programas e projetos sociais em áreas como educação, saúde, emprego e renda, cultura, cidadania e assistência social.
A formação exigida para cargos públicos, novamente, varia de acordo com cada edital, mas a carreira ajuda a mostrar como conhecimentos sobre sociedade podem ser aplicados profissionalmente na elaboração e acompanhamento de ações públicas.
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Trabalhar pelo Brasil também pode significar estudar, ensinar e ajudar a preservar a memória do país.
Na faculdade de História, os estudantes aprendem a analisar acontecimentos históricos, documentos, diferentes sociedades e as transformações políticas, econômicas, sociais e culturais ocorridas ao longo do tempo.
Além da atuação como professor e pesquisador, o historiador pode encontrar oportunidades relacionadas a museus, arquivos, centros de documentação, projetos culturais e instituições dedicadas à memória e ao patrimônio histórico.
Um exemplo é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal responsável pela preservação do patrimônio cultural brasileiro. A instituição desenvolve ações relacionadas à identificação, proteção, conservação, pesquisa, documentação e educação patrimonial.
Assim, para quem gosta de compreender como o Brasil chegou até aqui (e de contribuir para que sua história seja preservada para as próximas gerações), a graduação pode ser uma possibilidade.
Saúde, educação, segurança, transporte, emprego e assistência social têm algo em comum: todas são áreas que podem envolver políticas públicas.
Por isso, quem deseja participar do planejamento e da avaliação de ações voltadas à população pode considerar a graduação em Gestão de Políticas Públicas.
Ao longo do curso, o estudante pode aprender sobre administração pública, economia, direito, indicadores sociais, orçamento e métodos de formulação e avaliação de políticas.
Na prática, esses conhecimentos podem ser aplicados em órgãos públicos, institutos de pesquisa, organizações da sociedade civil e instituições que trabalham com projetos e programas sociais.
Uma das carreiras federais relacionadas diretamente a esse universo é a de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG), cujas atribuições envolvem justamente a formulação, implementação e avaliação de políticas públicas e atividades de gestão governamental.
Nem sempre. A escolaridade necessária para trabalhar no setor público depende do cargo pretendido.
Existem oportunidades que exigem ensino médio e outras destinadas a profissionais com ensino superior. Entre os cargos de nível superior, também há diferenças: alguns concursos podem aceitar diploma em qualquer área de graduação, enquanto outros exigem uma formação específica.
Além disso, determinadas carreiras possuem requisitos próprios, que podem incluir registro profissional, formação complementar, experiência ou outras condições. Por isso, quem pretende seguir uma carreira pública deve consultar o edital de cada concurso antes de escolher a graduação.
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Não existe uma única faculdade indicada para quem deseja trabalhar no setor público. A melhor escolha depende da área profissional em que a pessoa pretende atuar e dos requisitos dos cargos que deseja disputar.
Direito pode aproximar o estudante das carreiras jurídicas; Economia, de atividades relacionadas ao planejamento econômico e orçamentário; Relações Internacionais, de temas ligados à atuação internacional do Brasil.
Já graduações como História e Ciências Sociais, por exemplo, podem levar a trabalhos relacionados à educação, pesquisa, patrimônio, cultura e políticas sociais.
Antes de escolher, portanto, vale pesquisar o que se estuda em cada graduação, quais profissões ela permite exercer e quais são os requisitos das carreiras públicas de interesse.
Assim, o curso superior deixa de ser apenas uma etapa para prestar um concurso e passa a fazer parte de um projeto profissional mais amplo.
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