Essa classificação é feita a partir dos lados do triângulo, desse modo, podemos dividi-lo também em:
- escaleno (três lados não congruentes, ou seja, todos os lados têm medidas diferentes entre si);
- isósceles (dois lados congruentes, ou seja, os dois lados têm a mesma medida).
A área de qualquer triângulo é calculada a partir do produto entre a base e a altura dividido por dois, certo? Essa fórmula, obviamente, é válida no triângulo equilátero. Contudo, neste caso, nós podemos adaptá-la, assim a fórmula de altura e perímetro. Confira:

A lei dos cossenos é a relação existente entre um dos ângulos internos de um triângulo e as medidas dos três lados desse triângulo.

É importante ressaltar que a lei dos cossenos vale para qualquer triângulo, inclusive para triângulos retângulos. Se a aplicarmos no ângulo reto de um triângulo retângulo, obtemos o Teorema de Pitágoras.
Foi o matemático grego Euclides de Alexandria, na sua obra Os Elementos, quem organizou de maneira sistemática os axiomas (afirmações que são aceitas sem demonstração), resultados tais como proposições e teoremas de geometria plana, que também hoje é conhecida como geometria euclidiana em homenagem ao matemático.
A geometria euclidiana é aquela que estuda as figuras geométricas sem volume, que existem apenas no plano, ou seja, triângulos, quadriláteros, circunferências, polígonos etc.
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A geometria espacial é o ramo da geometria que faz o estudo e análise dos objetos tridimensionais, ou seja, aqueles que são representados no espaço, em uma região de três dimensões e, portanto, possuem comprimento, largura e altura.
No ensino médio, a geometria espacial em si faz o estudo das principais formas, tais como:
- cubo;
- paralelepípedo;
- prisma;
- poliedro;
- esfera;
- cone;
- cilindro;
- pirâmide.
Neste estudo, são trabalhados conceitos como área e volume de tais objetos, além de suas diversas aplicações.
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Entender > decorar
É bom lembrar que, apesar de alguns vestibulares informarem a fórmula a ser utilizada no exercício, ainda assim é preciso aprender e entender como cada fórmula deve ser aplicada. Ou seja, ficar atento ao conteúdo cobrado com a aplicação daqueles dados.
“É importante entender que é o essencial é que o aluno consiga estabelecer uma relação entre o conteúdo e aplicação. E aplicação não precisa necessariamente de uma fórmula. O mais importante para o aluno é entender como relacionar esses conteúdos aplicando a fórmula, quando for necessário, porque muitas vezes ele não precisa usar a fórmula”, reforça o professor de Matemática do Anglo Vestibulares.