
Adapt OS: como organizações estão usando o framework para executar estratégia com consistência
| 02/09/26Adapt OS, framework de Mario Trentim, propõe integrar estratégia, execução, governança e adaptação. Entenda como o modelo aborda gestão e IA.
Adapt OS, framework de Mario Trentim, propõe integrar estratégia, execução, governança e adaptação. Entenda como o modelo aborda gestão e IA.
Em resumo:
Veja mais informações a seguir!

O Adapt OS é um framework de gestão desenvolvido por Mario H. Trentim para integrar estratégia, execução, governança e adaptação contínua.
O modelo parte da necessidade de organizações manterem coerência estratégica enquanto respondem a mudanças no ambiente de negócios.
Antes da publicação do livro Adapt OS, em 2027, o framework já havia sido aplicado em projetos da ModernPMO no Oriente Médio, na Europa e no Brasil, além de programas de advisory com organizações de diferentes setores. O livro sistematizou conceitos desenvolvidos a partir dessa experiência.
A proposta também estabelece uma relação entre gestão e tecnologia. Na abordagem do Adapt OS, ferramentas como inteligência artificial podem contribuir para a execução, desde que estejam associadas a processos, estruturas de decisão e objetivos organizacionais definidos.
O Adapt OS é um sistema operacional de gestão. Não se trata de um software, mas de uma arquitetura que organiza elementos relacionados à estratégia, execução, governança e adaptação.
O framework pode incorporar outras metodologias de gestão como ferramentas. OKRs, por exemplo, podem ser utilizados para definição de objetivos, enquanto métodos Agile podem apoiar a execução de projetos.
Nesse modelo, o Adapt OS busca estabelecer uma estrutura que permita que diferentes ferramentas sejam utilizadas de forma integrada.
Um dos pontos centrais do Adapt OS é a relação entre planejamento e execução.
Frameworks de gestão podem ser interpretados de diferentes formas quando chegam às organizações. A aplicação depende do contexto, dos processos existentes e da forma como as equipes incorporam os princípios apresentados.
Essa adaptação pode preservar os fundamentos do framework enquanto modifica sua implementação para atender às características de cada organização.
O desafio, portanto, não está apenas em adotar uma metodologia. É necessário utilizar seus princípios para orientar decisões e mudanças nos processos organizacionais.
“O que diferencia uma organização que transforma a forma como executa de uma que adota mais um framework sem mudança real é simples: a primeira usa o Adapt OS para tomar decisões melhores. A segunda usa o Adapt OS para produzir apresentações melhores. São projetos completamente diferentes.”
A aplicação do framework varia de acordo com o porte e o setor da organização. Os princípios permanecem, enquanto a forma de implementação pode mudar conforme o contexto operacional.
Em organizações de grande porte, sistemas de gestão costumam envolver estruturas complexas de governança, controle e tomada de decisão.
Nesse contexto, o Adapt OS pode ser utilizado inicialmente pelas lideranças executivas como uma estrutura para decisões estratégicas e, posteriormente, ser incorporado aos níveis operacionais.
A proposta é conectar decisões da alta liderança à execução, evitando que a estratégia permaneça restrita aos níveis superiores da organização.
Nas PMEs, a aplicação do Adapt OS está relacionada à criação de estruturas de gestão que permitam crescimento sem ampliar a burocracia na mesma proporção.
O objetivo é estabelecer processos de estratégia e priorização que apoiem a expansão da organização, mantendo capacidade de adaptação.
O framework considera que empresas de médio porte podem precisar de maior formalização à medida que crescem, sem necessariamente reproduzir estruturas de gestão utilizadas por grandes corporações.
No setor público, a aplicação do framework envolve restrições específicas.
Governos e órgãos públicos lidam com ciclos eleitorais, diferentes grupos de interesse e estruturas de incentivo que podem dificultar mudanças nos processos.
Nesse ambiente, a execução estratégica precisa considerar diferentes objetivos e restrições institucionais.
Organizações que atuam em diferentes países enfrentam o desafio de manter uma direção estratégica comum enquanto adaptam suas operações aos contextos locais.
Essa questão está relacionada à proposta do Adapt OS de combinar coerência estratégica e capacidade de adaptação.
Mario H. Trentim desenvolve pesquisa de doutorado em Engenharia Aeronáutica e Mecânica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
A pesquisa está relacionada ao conceito de Enterprise Agility e à forma como organizações respondem à introdução de tecnologias e mudanças que afetam a natureza do trabalho.
O framework incorpora conceitos relacionados a sistemas adaptativos e desempenho em ambientes de alta incerteza. A pesquisa acadêmica busca analisar esses princípios sob uma perspectiva científica.
A relação entre pesquisa e framework também permite analisar hipóteses do modelo e identificar pontos que podem ser refinados à medida que novos dados são obtidos.
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A inteligência artificial passou a ocupar espaço crescente nas decisões relacionadas à gestão e à execução organizacional.
Na abordagem do Adapt OS, a IA não substitui o sistema de gestão. A tecnologia é tratada como uma capacidade que pode ser incorporada aos processos existentes.
Essa perspectiva parte da ideia de que a adoção de uma tecnologia não elimina a necessidade de processos claros e estruturas de decisão.
Erik Brynjolfsson, economista do MIT, estudou a chamada J-curve de adoção tecnológica. O conceito descreve situações em que organizações podem registrar redução inicial de produtividade ao incorporar uma nova tecnologia antes de capturar os ganhos associados a ela.
Essa dinâmica está relacionada à necessidade de adaptação dos processos e das competências organizacionais.
“IA não substitui o sistema operacional de gestão. IA é uma capacidade que um sistema operacional de gestão robusto pode aproveitar.”
A partir dessa perspectiva, a adoção de inteligência artificial envolve mais do que selecionar e implementar ferramentas. Também exige avaliar como a tecnologia será incorporada à estrutura de execução da organização.
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O framework possui diferentes pontos de entrada para organizações interessadas em conhecer ou aplicar seus conceitos.
O livro Adapt OS apresenta os princípios fundamentais do framework e exemplos de aplicação. A publicação está disponível em português e inglês.
A newsletter Adapt OS Insights reúne análises de Mario H. Trentim sobre a aplicação do framework em diferentes contextos organizacionais.
O material informa que a newsletter possui mais de 29 mil assinantes.
Organizações que buscam aplicar o framework em seu próprio contexto podem utilizar serviços de keynotes, workshops e advisory.
Essas modalidades têm como objetivo adaptar a aplicação dos conceitos às características e aos desafios de cada organização.
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O Adapt OS é um framework de gestão desenvolvido por Mario H. Trentim que integra estratégia, execução, governança e adaptação contínua. O modelo funciona como um sistema operacional de gestão, e não como um software.
Não. O Adapt OS pode incorporar outros frameworks como ferramentas. OKRs podem ser utilizados para definição de objetivos, enquanto Agile pode apoiar a execução de projetos. A proposta do Adapt OS é oferecer uma arquitetura para integrar essas ferramentas.
Sim. O framework foi testado em organizações de diferentes portes e setores. Para PMEs, a aplicação pode começar pela clareza estratégica e pelo sistema de priorização. Em organizações maiores, o foco pode estar na governança de portfólio e nos mecanismos de adaptação.
A pesquisa de doutorado em Engenharia Aeronáutica e Mecânica no ITA aborda Enterprise Agility e sistemas adaptativos. O trabalho acadêmico busca analisar, sob uma perspectiva científica, princípios relacionados à execução em ambientes de alta incerteza.
Os principais pontos de entrada são o livro Adapt OS, a newsletter Adapt OS Insights e serviços de aplicação estruturada, como keynotes, workshops e advisory.
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