Aprender espanhol sozinho é uma possibilidade para muita gente, especialmente para brasileiros, devido à semelhança entre a língua portuguesa e a espanhola.
Um plano de estudos pode ajudar a estruturar o aprendizado, com foco em vocabulário, tempos verbais e conversação.
Aplicativos e recursos gratuitos servem de apoio, mas não substituem a prática real, que consiste na fala, escrita e imersão no idioma.
Veja detalhes a seguir!
Com o avanço das tecnologias, existem diversas ferramentas e métodos disponíveis para quem deseja aprender espanhol sozinho.
Além disso, a proximidade com a língua portuguesa pode ser um facilitador no aprendizado, que requer bastante organização e disciplina.
Continue a leitura e fique por dentro de planos de estudos, ferramentas de estudo e dicas para o aprendizado do idioma.
Dá para aprender espanhol sozinho mesmo?
Sim, é possível aprender espanhol sozinho. A prática, também conhecida como aprendizado autodidata, é baseada na autonomia do estudante. Isto é, você define metas, escolhe as ferramentas e define o tempo de dedicação aos estudos.
No caso do espanhol, a similaridade com o português pode facilitar a compreensão de vocabulário e estrutura de frases. Por outro lado, é preciso ter atenção à pronúncia adequada e aos falsos cognatos.
De modo geral, o aprendizado do idioma de forma autônoma está relacionado à consistência, à imersão e a prática do espanhol.
O aprendizado do vocabulário básico ocorre em aproximadamente um mês. Em cerca de três meses, já é possível manter conversas simples e, em torno de seis meses, muitos estudantes alcançam nível intermediário inicial.
O tempo varia conforme a disponibilidade, ferramentas e frequência dos estudos. Com um período de 15 a 30 minutos de estudo por dia, por exemplo, você pode perceber resultados melhores do que estudando algumas horas apenas uma vez por semana.
Plano para aprender espanhol sozinho (30-60-90 dias)
Veja uma sugestão de roteiro para estudar espanhol em casa:
30 dias: vocabulário e pronúncia
Nesse primeiro momento, o objetivo é se comunicar em situações básicas. Para isso, é interessante focar em saudações, números, verbos essenciais e expressões do cotidiano.
Também é importante estar atento aos falsos cognatos, que são as palavras com grafia ou pronúncia semelhante, mas com significados distintos. É o caso da palavra exquisito (delicioso) e embarazada (grávida).
Uma outra dica é usar a técnica do shadowing. Isto é, escutar áudios em espanhol e repetir imediatamente, imitando ritmo e entonação, o que contribui para a melhora da pronúncia.
Após o aprendizado do vocabulário básico, você pode avançar para a construção de frases completas.
O estudo pode ser direcionado para tópicos como presente do indicativo, passado simples, construção de perguntas, além de vocabulário relacionado à rotina.
Você pode praticar a escrita de pequenas frases diárias, bem como a descrição do seu dia em voz alta e a leitura de textos curtos em espanhol.
Na terceira etapa, a ideia é ganhar mais fluidez. Você pode recorrer a séries com áudio e legenda em espanhol, podcasts, vídeos no YouTube em espanhol e conversas simuladas.
Caso faça sentido, outra sugestão é manter um diário em espanhol, ainda que ele seja escrito com frases simples.
Melhores recursos gratuitos para aprender espanhol de forma autodidata
Atualmente, existem aplicativos e técnicas gratuitas para o aprendizado de idiomas.
Embora esses recursos ajudem a manter constância, é interessante utilizá-los como apoio, de forma combinada com outras práticas como leitura, escuta e fala ativa.
Aplicativos
Duolingo: indicado para iniciantes e para a criação de rotina diária.
Busuu: oferece lições estruturadas e possibilidade de correção.
Anki ou Quizlet: ideais para criar flashcards e memorizar vocabulário.
Fique por dentro dos erros mais comuns ao estudar espanhol para evitá-los:
Confiar demais na semelhança com o português
Ignorar a pronúncia correta
Estudar sem uma rotina
Focar apenas em aplicativos
Algumas pessoas podem ficar com a dúvida se aprender espanhol sozinho funciona mesmo e a verdade é que o resultado está relacionado com os métodos utilizados e a frequência dos estudos.
Os cursos ou programas de intercâmbio são mais indicados para quem deseja melhorar o currículo, trabalhar em empresas internacionais, fazer intercâmbio ou até mesmo prestar vestibular e concursos.
Uma formação pode oferecer direcionamento, correção de erros e prática de conversação com mais frequência.
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