Isso porque o maior evento esportivo do mundo é superlativo em números. De modo que apenas um grupo de pessoas ou de profissionais não seria o suficiente para fazê-lo acontecer
Olimpíadas Tóquio 2020 em números
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02: número de vezes que o Japão sediou um evento olímpico. A primeira vez foi em 1964;
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11: número de medalhas que devem ser concedidas apenas no primeiro dia do evento, 24 de julho, após a cerimônia de abertura;
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33: número de modalidades esportivas presentes na Olimpíadas de Tóquio 2020.
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42: número de estádios, ginásios e outros espaços que receberão as competições esportivas. No total, 8 foram construídas apenas para as Olimpíadas, entre elas, o Estádio Olímpico;
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47: esse é o número de divisões administrativas (espécie de prefeituras e subprefeituras) do Japão que sediarão os jogos olímpicos, entre as quais estão Tóquio e Fukushima;
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339: esse é o número de provas totais previstas para acontecer ao longo do evento esportivo;
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49%: essa é a porcentagem de atletas femininas nas Olimpíadas de 2020, o que a torna a mais igualitária, em relação ao gênero, de todos os tempos;
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85%: é a porcentagem estimada de atletas participantes que já estarão vacinados quando a competição começar, segundo o Comitê Olímpico.
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5.000: é o número de medalhas feitas a partir de quase 80 mil toneladas de material reciclado, incluindo celulares;
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80.000: número estimado de testes diários de covid19 que devem ser realizados, segundo os organizadores;
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0: sim, zero. Esse o número de torcedores nos locais de competição. Isso porque a pandemia da covid-19 fez com que, pela primeira vez, as torcidas fossem vetadas pela organização do evento.
Profissões por trás dos jogos
Como vimos, a Olimpíada é um evento grandioso, com números superlativos e que exige tempo para ser devidamente organizado. Além disso, ela é muito mais do que a reunião de atletas de diferentes modalidades que se reúnem com o intuito de competir.
Então, veja quais são os profissionais por trás das Olimpíadas, que permitem o evento acontecer:
1. Profissionais de Educação Física
Um atleta chega no nível olímpico depois de muita dedicação. Só que o esforço só traz o resultado desejado quando ele não é desperdiçado, ou seja, quando existe uma preparação adequada, feita por profissionais.
Na maioria dos casos, são treinadores formados em Educação Física, além de profissionais que compõe a equipe técnica como um todo, como nutricionista, fisioterapeuta e psicólogo.
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2. Jornalistas
É possível acompanhar as competições e conhecer a história dos atletas, dos países e das modalidades esportivas, em grande parte, devido ao jornalistas. São eles os profissionais dedicados a coletar, verificar e transmitir informações sobre o evento para o público em geral.
O jornalismo é feito em equipe, já que além do repórter uma equipe costuma contar com um responsável pelos equipamentos e direção técnica, além de editor de vídeo ou áudio e produtor.
3. Equipe de Apoio
Uma Olimpíada precisa ter atletas, equipe técnica, jornalistas e, claro, diversas equipes de apoio, como profissionais da limpeza, da organização, da logística, do transporte, da manutenção e operação de equipamentos, entre outras funções.
São profissionais que não costumam aparecer diante das câmeras nem chamar atenção do público, mas que são fundamentais não apenas para a realização do evento, mas também para fazer com que ela seja bem sucedida.
Como trabalhar nas Olimpíadas?
Você não é formado em nenhuma das diversas áreas que podem participar da organização do evento nem é atleta profissional e, ainda assim, tem o sonho de trabalhar nas Olimpíadas? Não se desespere!
O seu sonho pode ser realizado por meio do trabalho voluntário, já que a organização costuma contar com um número considerável de voluntários para promover o evento. Para se ter uma ideia, em 2021, são esperados mais de 70 mil voluntários pelo COI.
Os critérios para poder se um voluntário nas Olimpíadas, são:
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ter completado 18 anos ou mais até 1 de Abril de 2020 (no caso das Olimpíadas de 2020);
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disponibilidade para participar dos treinamentos;
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disponibilidade para atuar como voluntário nos jogos por dez ou mais dias;
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ser cidadão japonês ou estrangeiro com permissão para ficar no Japão (incluindo visitantes temporários);
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disposição para trabalhar como parte de uma equipe diversa, e tratar os outros com respeito;
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ser comprometido e ter uma vontade genuína de contribuir com o sucesso dos jogos;