Também é necessário ter disposição física, já que nas aulas práticas os alunos ficam em pé durante muito tempo e intercalam temperaturas quentes e frias durante o preparo de pratos, entre o forno e a câmara fria.
As avaliações podem variar em cada instituição, mas, de forma geral, as provas práticas funcionam mais ou menos como nos reality shows. Com a diferença de que, ao invés de jurados, os estudantes são avaliados pelos professores. Em suas provas, Gabriela tinha que escolher cinco ingredientes de uma bancada repleta de alimentos e montar um prato.
Por fim, para receber o diploma do curso é necessário apresentar o TCC, que também pode variar de acordo com as faculdades, mas normalmente envolve a criação de um restaurante (fictício) ou um prato.
Para Gabriela, porém, os aprendizados da formação não se limitaram a culinária. ” O curso me enriqueceu muito culturalmente porque eu conheci muito mais do que eu poderia imaginar dentro de uma cozinha, conheci outras realidades, outras ideias e soluções de problemas mesmo. Por exemplo, se o molho de uma receita não deu certo de um jeito, o que é possível fazer para salvar ele? Então é um modo de você se virar, desenvolver um pensamento ágil e estimular a criatividade”, conclui.
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