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Veja bolsas de Medicina que o Quero Bolsa oferece em faculdades próximas a você.
Antes de concorrer a uma bolsa de Medicina, é importante ter boa nota no ENEM ou vestibular, pesquisar faculdades que oferecem bolsas, entender os requisitos financeiros e acadêmicos e se preparar para processos seletivos 🩺.
Boa noite! Para quem está no terceiro ano do ensino médio, o desafio é o "treino em dose dupla": você precisa conciliar as matérias da escola com o aprofundamento insano que o Enem e vestibulares próprios (como Fuvest ou Vunesp) exigem para Medicina. A média de investimento diário de um vestibulando de alto rendimento costuma ser: 1. A Regra das "10 a 12 Horas Brutas" Considerando que você está na escola, o seu dia se divide assim: Escola (Manhã): ~5 a 6 horas de aulas.Estudo Individual (Tarde/Noite): ~5 a 7 horas de estudo focado (teoria + muitos exercícios).Total: Você passará cerca de 10 a 12 horas por dia em contato com o conteúdo. 2. O Diferencial: Horas Líquidas Não se engane com o tempo sentado na cadeira. O que aprova em Medicina são as Horas Líquidas (tempo de concentração total, sem celular ou pausas). Um aluno competitivo faz, em média, de 6 a 8 horas líquidas por dia.Dica de Ouro: Use aplicativos como o Forest ou o Focus To-Do para medir seu tempo real e evitar a procrastinação. 3. O Cronograma Estratégico (Sugestão para quem está na escola) 14h às 17h: Estudo das matérias do dia (foco em Naturezas e Matemática).17h às 17h30: Pausa real (lanche, sem telas).17h30 às 20h: Resolução de listas de exercícios e revisão.20h às 21h: Redação ou leitura de atualidades. 4. O Peso da Redação e Simulados Para Medicina, a Redação é sua "tábua de salvação". Você deve investir pelo menos 3 a 4 horas por semana produzindo e corrigindo textos. Além disso, o sábado costuma ser o dia sagrado para os Simulados (4 a 5 horas seguidas de prova para ganhar resistência). O Alerta do "Burnout" Como você está no último ano, o cansaço bate forte em agosto/setembro. Manter 7 horas de sono e pelo menos 40 minutos de atividade física não é perda de tempo, é estratégia de sobrevivência. Se o cérebro pifar, as horas de estudo valerão zero.
Boa noite! Sim, ainda vale muito a pena, especialmente pelo SiSU, pois cursar Medicina em uma universidade pública elimina o custo de mensalidades que podem ultrapassar R$ 1 milhão ao longo da graduação. No entanto, o cenário mudou e exige uma visão mais realista sobre o mercado e a preparação: 1. Desafio da Aprovação (SiSU) A concorrência permanece no topo. Em 2025, as notas de corte para Medicina variaram entre 769 e 856 pontos. Passar pelo SiSU exige um desempenho de altíssimo nível em todas as áreas e uma redação próxima de 900+. 2. Mercado de Trabalho e Saturação Empregabilidade: Continua sendo a maior do país (cerca de 92%), com desemprego quase nulo.Saturação Geográfica: Há uma concentração excessiva de médicos em grandes capitais, o que pode reduzir o valor dos plantões nessas regiões. Oportunidades com remuneração superior estão no interior e em programas como o Mais Médicos, que paga bolsas de R$ 12.426.Projeção 2030: Estima-se que o Brasil terá 1 milhão de médicos até 2030, o que tornará a especialização (Residência Médica) obrigatória para quem deseja se destacar e manter altos ganhos. 3. Retorno Financeiro Mesmo com o aumento da concorrência, o médico recém-formado inicia a carreira com rendimentos entre R\(10.000eR\) 15.000, um patamar muito superior à média brasileira. Especialistas em áreas como Neurocirurgia podem chegar a R$ 30.000 mensais.
Oi Lailson! Lidar com a reprovação em Medicina exige autocompaixão, análise estratégica e resiliência, porque é uma experiência comum em cursos de alta exigência. Passos práticos: Aceitar e processar a emoção – reconhecer frustração, ansiedade ou tristeza sem se culpar excessivamente. Analisar causas objetivamente – identificar se a reprovação foi por dificuldade de conteúdo, gestão do tempo, métodos de estudo ou fatores pessoais. Planejar ajustes – revisar técnicas de estudo, priorizar disciplinas, buscar mentorias ou monitorias e equilibrar saúde física e mental. Manter rotina de autocuidado – sono, alimentação, exercícios e suporte social são fundamentais para recuperação e motivação. Reforçar propósito – lembrar do objetivo de se tornar médico ajuda a manter foco e resiliência. A reprovação não define competência; é uma oportunidade de replanejar estratégias, fortalecer disciplina e amadurecer emocionalmente, aumentando a probabilidade de sucesso futuro no curso e na carreira
Oi Rodrigo! Para escolher a melhor universidade de Medicina, é fundamental avaliar critérios que impactam formação acadêmica, prática clínica e inserção profissional: Reconhecimento e conceito MEC – garante validade do diploma e qualidade do ensino. Infraestrutura e hospitais conveniados – laboratórios, clínicas-escola e hospitais para estágios supervisionados. Grade curricular e metodologia – ênfase em prática clínica, integração teórico-prática, ensino por problemas ou habilidades. Corpo docente – qualificação, experiência hospitalar, produção científica e proximidade com o mercado. Oportunidades de pesquisa e extensão – iniciação científica, programas de residência, projetos sociais e voluntariado. Localização e rede de contatos – facilita estágios e construção de networking profissional. Histórico de empregabilidade e aprovação em residência médica – indicador de qualidade e reconhecimento do curso. Avaliar esses pontos permite escolher uma universidade que alinha formação teórica e prática, possibilitando atuação clínica e competitividade no mercado de saúde.