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Profissões

Estudo revela quais profissões vão ser mais afetadas pela Inteligência Artifical; confira

Relatório do PRISMA aplica índice internacional a dados da PNAD Contínua e mostra que profissionais com maior renda e escolaridade concentram os maiores níveis de exposição à IA

Em resumo:

  • Pesquisa da ESPM traz visão sobre como as inteligências artificiais estão afetando o mercado de trabalho;
  • Trabalhadores de ocupações cognitivas, como economistas, contadores e professores universitários, apresentam os maiores índices de exposição à IA (AIOE acima de 113);
  • Profissões manuais e contextuais, como pedreiros e agricultores, registram menor sensibilidade à automação, com índices entre 73 e 85.

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Desde que o Chat GPT e outras inteligências artificiais se popularizaram, profissionais de todas as áreas passaram a se preocupar com a ameaça de serem substituídos por máquinas.

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Nesse cenário, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) divulgou um estudo que mapeia o impacto da Inteligência Artificial (IA) sobre as ocupações no Brasil e aponta que profissionais de maior renda e escolaridade estão entre os mais expostos à automação baseada em IA.

O relatório “Impacto da Inteligência Artificial sobre as Ocupações no Brasil” foi desenvolvido pelo PRISMA – Observatório de Negócios do curso de Administração da instituição e aplica o índice internacional AI Occupational Exposure (AIOE) aos microdados da PNAD Contínua, do IBGE.

O desenvolvedor do estudo, Rafael Lionello, justifica a pesquisa: “a inteligência artificial é uma força transformadora, mas seus efeitos variam entre regiões, setores e perfis de trabalhadores. Este estudo busca revelar essas nuances e oferecer evidências para decisões mais informadas e políticas mais inclusivas”.

Inteligência Artificial no mercado de trabalho

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Como a pesquisa foi feita?

A pesquisa utiliza o AI Occupational Exposure (AIOE), índice internacional que mede o grau de exposição das tarefas típicas de cada ocupação à Inteligência Artificial.

Ao cruzar esse indicador com os microdados da PNAD Contínua do IBGE, o estudo quantifica a exposição de mais de 90 milhões de trabalhadores distribuídos em 410 ocupações.

A abordagem permite:

  • Comparações entre setores e estados
  • Análises por perfil socioeconômico
  • Avaliações por categoria profissional
  • Estudos históricos com base nas séries dos últimos dez anos

O resultado é um diagnóstico abrangente que pode orientar políticas públicas, decisões empresariais e estratégias educacionais voltadas ao futuro do trabalho.

Quais profissões serão mais afetadas pela IA?

O levantamento da ESPM revela que ocupações altamente cognitivas permanecem entre as mais sensíveis à automação baseada em Inteligência Artificial.

“A inteligência artificial não é apenas uma tendência tecnológica; ela já está reorganizando o mercado de trabalho brasileiro. Entender essas transformações é fundamental para formar profissionais capazes de atuar em um ambiente em que análise crítica, criatividade e adaptabilidade serão cada vez mais essenciais”, aponta a coordenadora do curso de Administração da ESPM-SP, Erika Buzo Martins.

Entre os grupos com maior índice de exposição (AIOE acima de 113, significativamente superior à média nacional) estão:

Atividades ligadas à administração, análise e processamento de informações também figuram entre as mais impactadas.

Em contrapartida, funções predominantemente manuais e contextuais, como pedreiros, trabalhadores da construção civil, agricultores, lavradores manuais e bailarinos, registram índices entre 73 e 85.

“Mapear quem está mais exposto à IA significa mapear como o país deve se preparar. Nosso relatório oferece uma base sólida para governos, empresas e instituições educacionais desenharem políticas de formação e requalificação que reduzam desigualdades e ampliem oportunidades”, afirma o coordenador do PRISMA – Observatório de Negócios da ESPM, Jorge Ferreira dos Santos Filho.

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