
Enamed 2026: veja horário, local de prova e o que levar
| 08/09/26Prova será aplicada em 13 de setembro em todo o país; participantes já podem consultar o local de aplicação no Sistema Enamed
Saiba como tirar o visto americano B1/B2 para participar de programas executivos de curta duração nos EUA em 2026.
Em Resumo:
Veja mais informações a seguir!

Como professor na California State University, Northridge (CSUN) e na State University of New York (SUNY), uma das primeiras perguntas que recebo de profissionais interessados nos programas internacionais é sobre o visto americano.
Antes de falar sobre currículo, hospedagem ou inglês, muitos querem saber se precisam de um visto de estudante e quanto tempo levará o processo.
Para programas de curta duração, de duas ou três semanas, a situação pode ser mais simples. Dependendo das características do programa e do propósito da viagem, o B1/B2 pode atender à participação em atividades de negócios e visitas de caráter profissional e educacional.
Quem já possui um B1/B2 válido não precisa solicitar um novo visto a cada viagem, desde que o documento continue válido e as condições da viagem estejam de acordo com as regras de entrada nos Estados Unidos.
Uma das principais dúvidas de quem pretende participar de um programa executivo nos Estados Unidos é a diferença entre o visto B1/B2 e o visto F-1.
O F-1 é destinado a estudantes que realizam estudos acadêmicos nos Estados Unidos em instituições autorizadas, dentro das condições previstas para esse tipo de visto.
Em situações que exigem F-1, o estudante precisa seguir o processo específico da instituição de ensino, que inclui a documentação correspondente, como o formulário I-20.
Já programas de extensão ou atividades profissionais de curta duração podem ter regras diferentes. Por isso, o tipo de visto depende do objetivo, da duração e das características do programa.
Para programas executivos de duas ou três semanas, como os realizados pela CSUN e pela SUNY em parceria com a IBS Americas, é importante verificar previamente qual classificação migratória se aplica à atividade.
A regra prática é simples: não escolha o visto apenas pela duração da viagem. O que determina a categoria adequada é principalmente o propósito da viagem e a natureza da atividade realizada nos Estados Unidos.
+ Salário de gerente de projetos em 2026: o que o mercado está pagando
++ PMI Pulse of the Profession 2024: o que os dados dizem sobre projetos no mundo
Para quem ainda não possui o visto B1/B2 ou precisa solicitar um novo documento, o processo envolve algumas etapas.
O primeiro passo é preencher o DS-160, formulário eletrônico utilizado para solicitação de visto de não imigrante dos Estados Unidos.
As informações devem ser preenchidas com atenção e coerência. Dados sobre emprego, viagens, formação, endereço e objetivo da viagem precisam estar corretos.
Antes de enviar o formulário, revise todas as informações. Eventuais erros ou inconsistências podem gerar questionamentos durante o processo consular.
Após o preenchimento do DS-160, é necessário pagar a taxa de solicitação do visto.
O valor e as regras de pagamento podem sofrer alterações. Por isso, consulte sempre os canais oficiais do governo dos Estados Unidos antes de iniciar o processo.
O comprovante de pagamento deve ser mantido para as etapas seguintes do agendamento.
Depois do pagamento, o solicitante deve seguir o procedimento oficial de agendamento disponível para o Brasil.
Os prazos para entrevista variam de acordo com o posto consular e podem mudar ao longo do ano. Por isso, não é recomendável planejar a viagem considerando um prazo fixo.
Quem tem uma viagem programada deve consultar a disponibilidade no momento em que iniciar o processo.
A documentação pode variar de acordo com o perfil do solicitante e com as circunstâncias da viagem.
Entre os documentos que podem ser relevantes estão:
A carta ou documentação fornecida pelo programa pode ajudar a explicar o objetivo da viagem, o período de permanência e as atividades previstas.
+ Metodologia não basta: o que determina o sucesso dos projetos
O timing é um dos pontos que mais exigem atenção.
Não é recomendável deixar a solicitação do visto para os últimos meses antes da viagem. Os prazos consulares podem variar e determinadas situações podem exigir etapas adicionais.
Para programas realizados no meio do ano, por exemplo, iniciar o planejamento com vários meses de antecedência permite lidar melhor com eventuais mudanças de prazo.
Uma referência prática é trabalhar com quatro a seis meses de antecedência. Essa margem não representa um prazo oficial de processamento, mas ajuda a reduzir o risco de que uma eventual demora comprometa a viagem.
Programa da CSUN em julho
+ Como conseguir bolsa para estudar nos EUA em programa executivo: guia completo 2026
++ Vale a pena fazer extensão universitária nos Estados Unidos?
Programa da SUNY em janeiro
As datas são apenas referências de planejamento. O prazo real depende da situação do solicitante e da disponibilidade dos serviços consulares.
+ Por que projetos falham e o que separa os que entregam dos que não entregam
A entrevista consular tem como objetivo avaliar as circunstâncias da solicitação e verificar se o pedido é compatível com as regras aplicáveis ao visto.
Por isso, o solicitante deve conseguir explicar com clareza:
No caso de um programa executivo, a explicação deve ser objetiva. O profissional pode apresentar o programa, a instituição de ensino, o período previsto e a finalidade da atividade.
+ IA vai substituir o gerente de projetos? A pergunta está errada
A documentação necessária pode variar conforme o caso. O mais importante é ter informações consistentes e documentos que sustentem o propósito declarado da viagem.
Para um profissional que participará de um programa executivo, podem ser úteis documentos relacionados à:
Comprovantes de emprego, contrato profissional ou documentação empresarial podem ajudar a demonstrar a situação profissional no Brasil.
Documentos relacionados à vida profissional, familiar e patrimonial podem ser apresentados quando forem pertinentes à situação do solicitante.
A carta ou documentação fornecida pela organização responsável pelo programa pode ajudar a demonstrar o objetivo e a duração da viagem.
Informações financeiras compatíveis com os custos previstos para a viagem podem ser relevantes para contextualizar o planejamento.
A documentação, entretanto, não substitui a necessidade de prestar informações verdadeiras e consistentes no DS-160 e durante a entrevista.
+ Inteligência artificial na gestão de projetos em 2026: o que mudou fase por fase
A recomendação é responder de maneira clara, objetiva e verdadeira.
Se o objetivo é participar de um programa profissional de duas ou três semanas, explique exatamente isso. Informe a instituição, o período e a finalidade da viagem.
Não há necessidade de decorar respostas ou apresentar uma narrativa elaborada. O mais importante é que as informações fornecidas no formulário e durante a entrevista sejam coerentes.
Também é importante não apresentar informações falsas ou omitir fatos relevantes. Uma tentativa de adequar a história para aumentar as chances de aprovação pode gerar problemas muito maiores no processo migratório.
+ Como tirar um projeto do papel: 5 passos para transformar planejamento em execução
Não existe uma exigência geral de contratação de despachante ou advogado para solicitar o visto B1/B2.
O próprio solicitante pode preencher o DS-160, pagar a taxa e realizar as etapas de agendamento pelos canais oficiais.
No caso de programas executivos organizados por instituições parceiras, a organização responsável pode fornecer orientações e documentos relacionados à participação no programa.
Casos migratórios mais complexos, entretanto, podem exigir orientação profissional específica. A necessidade de um advogado depende das circunstâncias individuais e não da simples participação em um programa de curta duração.
+ Por que sua empresa sabe o que fazer, mas não consegue executar a estratégia
Para profissionais brasileiros interessados em realizar uma experiência acadêmica ou executiva de curta duração nos Estados Unidos, o visto não precisa ser o primeiro obstáculo.
O ponto principal é entender qual categoria de visto corresponde ao objetivo da viagem e começar o planejamento com antecedência.
Para programas de duas ou três semanas, o B1/B2 pode ser aplicável em determinadas circunstâncias. Já atividades acadêmicas que se enquadrem nas regras do F-1 exigem outro processo.
Por isso, antes de comprar passagens ou definir a viagem, confirme as exigências aplicáveis ao programa específico e consulte as informações oficiais do governo americano.
Para dúvidas sobre os programas internacionais, a IBS Americas orienta os participantes confirmados sobre a documentação relacionada à viagem e ao programa.
++ Mario Trentim: conheça o palestrante de estratégia, gestão, PMO e IA

Mario H. Trentim é membro do Board of Directors do PMI, Reitor da Allevo Tech / Qeevo Group, doutorando do ITA e autor de 13 livros sobre gestão e execução estratégica.
Atua como conselheiro e conector estratégico em organizações em transformação.


Prova será aplicada em 13 de setembro em todo o país; participantes já podem consultar o local de aplicação no Sistema Enamed

Saiba como tirar o visto americano B1/B2 para participar de programas executivos de curta duração nos EUA em 2026.

Descubra o que se estuda em Engenharia Civil e conheça as principais matérias e áreas abordadas durante a graduação.