Profissões10 profissões em alta na área ambiental
Por João Vitor Marcondes em 13/01/2022
As áreas profissionais de Ciências Biológicas e Engenharias podem trabalhar em conjunto e, principalmente, em benefício do meio ambiente.
Aquele que utiliza softwares de estatística para analisar dados biológicos.
Sua atuação contribui para o surgimento de novas pesquisas, descobertas científicas e tratamentos médicos.

O bioinformata é o profissional responsável por analisar e interpretar dados biológicos, utilizando técnicas de informática e estatística.
Ele utiliza ferramentas computacionais para processar grandes volumes de dados biológicos e transformar as informações em conhecimentos úteis para o surgimento de novas pesquisas científicas, diagnósticos médicos e tratamentos.
Ele também pode estar envolvido na criação de modelos preditivos, na descoberta de biomarcadores, no mapeamento genético e no estudo das interações entre moléculas biológicas.
O bioinformata realiza análises computacionais de dados biológicos, como sequências genéticas e proteínas, utilizando algoritmos, modelagem estatística e bancos de dados especializados.
Seu foco está em buscar padrões, relações e biomarcadores que possam ser aplicados a tratamentos médicos ou descoberta de novos medicamentos.
Além disso, o profissional atua com o desenvolvimento de softwares e ferramentas para a análise de dados biológicos, projetos de pesquisa genética, ou até aplicações clínicas, como análises genéticas para diagnóstico de doenças hereditárias.
O bioinformata pode atuar em instituições de pesquisa, universidades, laboratórios de biotecnologia, indústrias farmacêuticas, hospitais, empresas de biomedicina e empresas de saúde digital.
Ele também encontra oportunidades em empresas de tecnologia, especialmente aquelas focadas no desenvolvimento de software para análise de dados biológicos ou em startups de biotecnologia.
Além disso, o bioinformata pode trabalhar em instituições governamentais, como agências de saúde pública e organizações de pesquisa biomédica, contribuindo para o avanço da ciência e desenvolvimento de novos tratamentos.
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Para se tornar bioinformata, é necessário ter formação superior em Biologia, Biotecnologia, Engenharia de Software ou Ciências da Computação, com especialização em Bioinformática.
Além da formação acadêmica, é importante ter conhecimentos em programação (Python, R, Perl, etc.), análise de dados e uso de bancos de dados biológicos como BLAST, GenBank e Ensembl.

Ser formado ou não... eis a questão?
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