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O que o mercado procura?
Independentemente da graduação escolhida, algumas habilidades são frequentemente valorizadas por emissoras, portais esportivos e produtoras de conteúdo.
Entre elas estão:
- boa comunicação oral;
- domínio da língua portuguesa;
- conhecimento sobre esportes;
- rapidez na apuração de informações;
- capacidade de análise;
- familiaridade com ferramentas digitais;
- desenvoltura diante de câmeras e microfones.
A experiência prática também costuma ter peso importante nos processos seletivos.
Como começar na área ainda durante a faculdade?
Quem deseja trabalhar na cobertura de eventos como Copa do Mundo, Olimpíadas, campeonatos estaduais e competições internacionais pode começar a construir experiência durante a graduação.
Algumas alternativas incluem:
- participar de rádios universitárias;
- atuar em jornais-laboratório;
- criar canais esportivos nas redes sociais;
- produzir podcasts;
- cobrir equipes locais;
- buscar estágios em veículos de comunicação.
Essas experiências ajudam a desenvolver portfólio e a construir contatos profissionais antes mesmo da conclusão do curso.
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Qual faculdade escolher?
A escolha depende dos objetivos de carreira.
Para quem deseja atuar principalmente com reportagem esportiva, Jornalismo costuma ser a opção mais direta.
Já interessados em produção audiovisual podem encontrar em Rádio, TV e Internet uma formação alinhada às transmissões esportivas.
Cursos como Educação Física, Marketing, Publicidade e Produção Multimídia também podem abrir portas para diferentes funções dentro do universo esportivo.
Mais do que o diploma, o mercado costuma valorizar profissionais que conseguem unir conhecimento sobre esportes, domínio das ferramentas de comunicação e experiência prática em transmissões e produção de conteúdo.