Gestão Ambiental
Focada na sustentabilidade e na transição energética, a faculdade de Gestão Ambiental ensina a gerenciar recursos naturais e implementar matrizes limpas.
Em 2026, o currículo prioriza o ESG (Ambiental, Social e Governança) e a descarbonização de processos industriais, preparando o aluno para transformar exigências ambientais em lucro e eficiência para as empresas.
O Mapa do Trabalho Industrial da CNI aponta que o Brasil precisa qualificar milhões de profissionais para a “economia verde” até 2027. Com o país assumindo o protagonismo global em energia renovável, a demanda por gestores que entendam de legislação ambiental tende a aumentar.
Psicologia
O curso de Psicologia segue em alta para o novo ciclo, desta vez, com foco organizacional.
Em 2026, a saúde mental tornou-se um indicador de sustentabilidade do negócio, colocando o psicólogo organizacional como peça-chave na estratégia das companhias.
Durante o programa, o estudante aprende a gerir conflitos, desenvolver lideranças e implementar programas de bem-estar que reduzem o burnout e aumentam a retenção de talentos.
Análise de Dados e Business Intelligence
Este curso capacita o estudante a transformar grandes volumes de informações brutas em insights estratégicos para negócios.
O currículo foca em estatística aplicada, linguagens de programação (como Python e R) e ferramentas de visualização de dados, permitindo que o profissional identifique padrões de consumo e preveja tendências de mercado.
Em 2026, o analista de dados deixou de ser um luxo das Big Techs para se tornar vital em qualquer setor. Segundo dados do LinkedIn, a demanda por especialistas em dados está em crescimento, atrelado ao novo cenário da Inteligência Artificial.
Direito
A graduação em Direito também não pode ficar de fora da lista. Com a implementação de recursos tecnológicos autônomos, a demanda por profissionais proficientes em legislação digital tem aumentado.
O Guia Robert Half 2026 coloca o advogado digital/compliance no topo das contratações do setor jurídico, motivado pelo aumento de ataques cibernéticos e o uso massivo de algoritmos em decisões corporativas.