O osteopata é o profissional de saúde que trata disfunções de mobilidade do corpo, aplicando técnicas manuais. Seu objetivo é reduzir dores e desconfortos em áreas como ombros, lombar, pernas, quadris e pescoço, causadas por lesões ou condições como artrite.
O profissional lida com o sistema musculoesquelético, nervoso e visceral, avaliando como as estruturas interagem e influenciam a saúde geral do paciente. Ele busca identificar restrições de movimento, desalinhamentos e tensões corporais que possam estar prejudicando o bem-estar.
Seu tratamento é realizado por meio de técnicas manuais específicas, como manipulações, alongamentos e mobilizações, com o objetivo de restabelecer o equilíbrio natural do corpo. As práticas são aplicadas em indivíduos que apresentam disfunções e dores e pacientes que desejam recuperar a funcionalidade após lesões ou cirurgias.
Além disso, o osteopata fornece orientações sobre estilo de vida, exercícios e hábitos posturais saudáveis, visando prevenir problemas de saúde e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Um osteopata atua na prevenção, diagnóstico e tratamento de disfunções do corpo por meio de técnicas manuais que visam restaurar a mobilidade e o equilíbrio das estruturas corporais. Seu trabalho se baseia no princípio de que o corpo é uma unidade funcional e que problemas musculoesqueléticos podem impactar o funcionamento de outros sistemas.
Ele utiliza manipulações articulares, alongamentos e mobilizações para aliviar dores, melhorar a circulação e estimular a capacidade de autorregulação do organismo. Além disso, pode atuar em conjunto com outros profissionais da saúde para um tratamento mais abrangente.
No Brasil, a osteopatia é reconhecida como uma especialidade da fisioterapia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) desde 2001. Portanto, a maioria dos profissionais que atuam como osteopatas no país são fisioterapeutas que realizaram uma especialização em osteopatia.
O osteopata cuida de disfunções musculoesqueléticas, problemas relacionados às articulações, músculos, tendões, ligamentos e coluna vertebral. Seu trabalho é baseado em técnicas manuais que visam restaurar o equilíbrio do corpo e aliviar dores, melhorando a mobilidade e a funcionalidade do sistema musculoesquelético.
Além disso, o osteopata também pode tratar problemas relacionados ao sistema nervoso, circulatório e visceral, considerando que o corpo funciona de forma integrada. Entre as condições frequentemente tratadas, estão dores lombares, cervicalgia, hérnias de disco, tensões musculares, enxaquecas, alterações posturais e até disfunções relacionadas ao sistema digestivo e respiratório.
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O osteopata pode trabalhar em clínicas e consultórios particulares, onde atende pacientes que buscam alívio para dores musculoesqueléticas, problemas articulares e disfunções corporais. Ele realiza avaliações detalhadas, utiliza técnicas manuais e propõe tratamentos personalizados para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes.
Hospitais e centros de reabilitação também são espaços que demandam a atuação do osteopata. Nesses locais, ele integra equipes multidisciplinares, contribuindo para a recuperação de pacientes que passaram por traumas, cirurgias ou que necessitam de cuidados para restaurar funções motoras.
Instituições esportivas, como clubes e academias, são outros espaços onde o osteopata pode atuar, trabalhando diretamente com atletas. Ele ajuda a prevenir lesões, trata dores decorrentes de esforços físicos e auxilia na melhora do desempenho esportivo, utilizando abordagens que favorecem o equilíbrio e a funcionalidade do corpo.
Além disso, o profissional encontra oportunidades em spas e centros de bem-estar, para proporcionar relaxamento e promover o equilíbrio físico e mental de seus clientes, aliviando tensões musculares e corrigindo disfunções posturais.
Para se tornar um osteopata, é necessário cursar uma formação específica em osteopatia, que pode ser feita por profissionais da área da saúde, como fisioterapeutas e médicos. No Brasil, a osteopatia é reconhecida como uma especialidade da fisioterapia, exigindo graduação em Fisioterapia antes da especialização.
O curso de osteopatia inclui estudos sobre anatomia, biomecânica, fisiologia e técnicas manuais para diagnóstico e tratamento.
A formação pode durar de três a cinco anos, dependendo da instituição, e envolve aulas teóricas, práticas e estágios clínicos. Após a conclusão, o profissional pode se registrar em associações da área para obter certificação e atuar legalmente.
Após concluir a especialização, o profissional deve, ainda, obter o título de especialista em Osteopatia junto ao Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) e pode buscar reconhecimento na Associação de Osteopatas do Brasil (AOB), seguindo as normas internacionais da prática osteopática.
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