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Quanto ganha um Terapeuta Ocupacional? Salário e carreira na área de Terapia Ocupacional

Selecionamos informações sobre a profissão de Terapeuta Ocupacional, incluindo salários por cidade e especialidade. Tudo para você escolher a carreira perfeita para você. Com a Quero Bolsa é assim, a gente te ajuda a escolher sua carreira e entrar na faculdade ideal com um super desconto.
Salário médio no Brasil Terapeuta Ocupacional R$ 2.721,99
Maior salário médio por estado Goiás R$ 3.154,95
Maior salário médio por especialidade Ortoptista R$ 4.161,94

Qual o salário de um Terapeuta Ocupacional?

O salário médio de um Terapeuta Ocupacional no Brasil é de R$ 2.721,99.
As especialidades com os melhores salários são Ortoptista, Terapeuta Ocupacional e Musicoterapeuta (A).

Essas informações são baseadas nas 3002 contratações que aconteceram no último ano, em todo o Brasil.

Salário de um Terapeuta Ocupacional por especialidade
Especialidade Salário médio
Ortoptista R$ 11.367,25
Terapeuta Ocupacional R$ 6.241,86
Musicoterapeuta (A) R$ 4.779,13
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Como é a carreira de Terapeuta Ocupacional?

O trabalho de um terapeuta ocupacional começa com a avaliação das necessidades e habilidades de seus pacientes. Isso envolve a realização de testes e avaliações físicas, cognitivas e emocionais para determinar os desafios que o paciente enfrenta e o que ele ou ela precisa para superá-los. Com base nessas informações, o terapeuta ocupacional desenvolve um plano de tratamento personalizado para ajudar o paciente a alcançar seus objetivos.


O plano de tratamento pode incluir exercícios de reabilitação, técnicas de relaxamento e atividades destinadas a melhorar a memória, a coordenação motora e outras habilidades motoras. O terapeuta ocupacional também pode trabalhar com o paciente para desenvolver estratégias para lidar com emoções e estresse, além de aconselhamento sobre como adaptar o ambiente doméstico ou de trabalho do paciente para torná-lo mais acessível e seguro.


O terapeuta ocupacional pode trabalhar com pacientes de todas as idades, desde recém-nascidos até idosos. Eles podem trabalhar em uma variedade de configurações, incluindo hospitais, clínicas, escolas, centros de reabilitação e instalações para idosos.


Uma das áreas de especialização de um terapeuta ocupacional é a adaptação de equipamentos e tecnologias assistivas para ajudar os pacientes a superar suas limitações físicas. Isso pode incluir recomendar cadeiras de rodas, próteses ou outros dispositivos especializados que possam ajudar o paciente a realizar suas atividades diárias com mais independência e segurança.


Além disso, o terapeuta ocupacional pode trabalhar em conjunto com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais, para fornecer um tratamento completo e abrangente para seus pacientes


De acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), o terapeuta ocupacional é responsável por:


  • Atender pacientes e clientes para prevenção, habilitação e reabilitação, utilizando procedimentos específicos de terapia ocupacional;
  • Habilitar pacientes e clientes;
  • Realizar diagnósticos específicos;
  • Analisar condições dos pacientes e clientes;
  • Atuar na orientação de pacientes, clientes, familiares, cuiadores e responsáveis;
  • Desenvolver programas de prevenção, promoção de saúde e qualidade de vida.


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Qual é a diferença entre o terapeuta ocupacional e o fisioterapeuta?

Tanto o terapeuta ocupacional quanto o fisioterapeuta atuam para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, mas ambos possuem focos e abordagens diferentes. O terapeuta ocupacional concentra-se em ajudar os pacientes a recuperar habilidades necessárias para atividades diárias, visando a independência funcional. Já o fisioterapeuta promove a melhoria do movimento físico do atendido, aliviando a dor e restaurando a mobilidade por meio de exercícios e técnicas manuais.

Os objetivos na profissão de terapeuta ocupacional são multifacetados e centrados no bem-estar e na qualidade de vida dos pacientes. Em essência, o terapeuta ocupacional trabalha para capacitar as pessoas a participarem plenamente das atividades significativas da vida diária, independentemente de suas habilidades físicas, mentais ou emocionais.
Um dos principais objetivos é ajudar os pacientes a recuperar ou desenvolver habilidades motoras, cognitivas e emocionais necessárias para realizar tarefas cotidianas, como se vestir, cozinhar, trabalhar ou participar de atividades de lazer. Isso pode envolver a reabilitação após lesões ou doenças, como acidentes vasculares cerebrais, lesões medulares ou distúrbios neurológicos.
Além disso, os terapeutas ocupacionais também se concentram em modificar o ambiente para facilitar a participação do paciente nas atividades. Isso pode incluir aconselhamento sobre adaptações domésticas, prescrição de dispositivos de assistência ou modificações no local de trabalho para tornar as tarefas mais acessíveis.
Outro objetivo importante é promover a autonomia e a independência dos pacientes, capacitando-os a desenvolver estratégias para superar desafios e alcançar seus objetivos pessoais. Isso muitas vezes envolve a realização de avaliações abrangentes das necessidades e habilidades dos pacientes e o desenvolvimento de planos de tratamento individualizados.
Além disso, os terapeutas ocupacionais têm um papel vital na promoção da inclusão social e na defesa dos direitos das pessoas com deficiência ou limitações funcionais. Eles trabalham em estreita colaboração com outros profissionais de saúde, familiares e cuidadores para garantir uma abordagem holística e centrada no paciente.

A carreira de terapeuta ocupacional na prática é dinâmica e diversificada, oferecendo oportunidades para trabalhar com uma ampla variedade de populações e em diversos ambientes. Os terapeutas ocupacionais podem encontrar emprego em hospitais, clínicas de reabilitação, escolas, lares de idosos, centros de saúde mental, empresas e organizações comunitárias, entre outros locais.
No dia-a-dia, os terapeutas ocupacionais realizam uma série de atividades, começando com a avaliação abrangente das necessidades e habilidades dos pacientes. Isso pode envolver a realização de entrevistas, observações e testes para determinar as áreas em que o paciente pode estar enfrentando dificuldades e identificar metas terapêuticas específicas.
Com base na avaliação, os terapeutas ocupacionais desenvolvem planos de tratamento individualizados, que podem incluir uma combinação de terapia prática, treinamento de habilidades, prescrição de dispositivos de assistência, modificações ambientais e educação do paciente e da família.
Durante as sessões de terapia, os terapeutas ocupacionais trabalham de perto com os pacientes para ajudá-los a desenvolver ou recuperar habilidades motoras, cognitivas e emocionais necessárias para realizar atividades diárias significativas. Isso pode envolver a prática de tarefas específicas, como exercícios de fortalecimento, treinamento em habilidades de vida diária, técnicas de gerenciamento de estresse ou estratégias de resolução de problemas.
Além do trabalho direto com os pacientes, os terapeutas ocupacionais também desempenham um papel importante na educação e na advocacia. Eles fornecem orientação e suporte aos familiares e cuidadores dos pacientes e colaboram com outros profissionais de saúde para garantir uma abordagem integrada e abrangente ao cuidado do paciente.

Projeto torna obrigatória a acessibilidade em instalações de clínicas de fisioterapia e reabilitação:
O Projeto de Lei 6073/23 propõe que clínicas e consultórios de fisioterapia, reabilitação e terapia ocupacional estejam obrigados a garantir acessibilidade para pessoas com deficiência em todas as suas instalações. A proposta está sendo analisada pela Câmara dos Deputados.

Conforme o projeto, a acessibilidade deve ser garantida desde a entrada até a sala de atendimento do paciente, abrangendo corredores, sala de espera, banheiros e estacionamentos.

As informações foram inicialmente divulgadas pela Agência Câmara de Notícias.

O projeto será examinado, de forma conclusiva, pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

A formação e as exigências do mercado de trabalho brasileiro para um terapeuta ocupacional envolvem uma combinação de educação formal, certificações e habilidades práticas. Para se tornar um terapeuta ocupacional no Brasil, é necessário concluir um curso de graduação em Terapia Ocupacional, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Esse curso geralmente tem duração de quatro anos e abrange uma variedade de disciplinas, como anatomia, fisiologia, psicologia, terapia ocupacional aplicada, entre outras.
Além da graduação, muitos empregadores valorizam a participação em cursos de especialização ou pós-graduação em áreas específicas da terapia ocupacional, como reabilitação neurológica, saúde mental, pediatria, gerontologia ou ergonomia. Essa formação adicional pode proporcionar ao terapeuta ocupacional uma vantagem competitiva no mercado de trabalho e uma maior especialização em áreas de interesse.
No que diz respeito às exigências do mercado de trabalho, os terapeutas ocupacionais devem estar registrados no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO), que regulamenta a profissão no Brasil. Para obter o registro, é necessário apresentar o diploma de graduação em Terapia Ocupacional e cumprir os requisitos estabelecidos pelo CREFITO, que podem incluir a aprovação em exames de proficiência e o pagamento de taxas.
Além da formação e do registro profissional, o mercado de trabalho para terapeutas ocupacionais no Brasil pode variar dependendo da região e do setor de atuação. Hospitais, clínicas de reabilitação, escolas, empresas e organizações de saúde mental são alguns dos principais empregadores desse profissional. É importante que os terapeutas ocupacionais estejam atualizados com as tendências e práticas mais recentes da área, participando de cursos de capacitação e mantendo-se informados sobre as novidades do campo.

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