1 – Djamila Ribeiro
Mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Djamila Ribeiro é dos maiores nomes da filosofia contemporânea brasileira e é especialista em questões de raça e gênero, sendo ainda é ativista do movimento negro.
Além da sua coluna semanal no site da Carta Capital, a filósofa também é autora de dois livros “O que é lugar de fala?” (2017) e “Quem tem medo do feminismo negro?” (2018).
“O não ouvir é a tendência a permanecer num lugar cômodo e confortável daquele que se intitula poder falar sobre os Outros, enquanto esses Outros permanecem silenciados.”
2 – Marilena Chauí
Considerada a filósofa mais importante do Brasil pela Revista Cult, Marilena Chauí é autora de mais de 30 livros sobre a área, sendo conhecida por suas obras didáticas que explicam essa área de estudo e mostram como a prática está presente no dia a dia das pessoas.
Chauí é formada e doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP) e é especialista em Baruch Espinoza. Atualmente, é professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e militante política.
“Se tudo fosse dito, a frase perderia a coerência, tornar-se-ia incoerente e contraditória e ninguém acreditaria nela.”
Bolsas para Filosofia
3 – Marcia Tiburi
Especialista em Adorno e na Escola de Frankfurt, Marcia Tiburi é formada em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e doutora pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Autora de livros como “Como conversar com um fascista” (2015) e “As Mulheres e a Filosofia” (2002), Tiburi já participou de diversos programas de televisão para comentar sobre ética, política e feminismo.
“A complexidade do ato de escutar está em que, por meio da escuta, entro em outros processos de conhecimento. Torno-me outra pessoa.”
4 – Mario Sergio Cortella
Seja pelas suas publicações, palestras ou participações em programas de televisão, Mario Sergio Cortella é um dos filósofos brasileiros mais conhecidos no Brasil.
Formado em Filosofia e doutor em Educação, o também escritor analisa questões do dia a dia e as suas relações com a Filosofia contemporânea.
Algumas das suas obras mais conhecidas são “Por que Fazemos o que Fazemos?” (2016), “A Sorte Segue a Coragem! Oportunidades, competências e tempos de vida” (2018) e “Ética e Vergonha na Cara!” (2014).
“É necessário cuidar da ética para não anestesiarmos a nossa consciência e começarmos a achar que tudo é normal.”
5 – Silvio Gallo
Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Filosofia da Eduação, Silvio Gallo é um filósofo e doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Com estudos voltados para a Filosofia da Educação, Gallo pesquisa sobre a educação libertária e o anarquismo, utilizando, principalmente, Foucault e Deluze em suas análises.
“…a educação tradicional veiculada pelo capitalismo teria por objetivo disseminar a ideologia da perpetuação e manutenção do sistema social, ensinar a ver o mundo de uma maneira socialmente aceita, a agir segundo esses parâmetros. A educação anarquista, por sua vez, teria por objetivo desestruturar essa ideologia social e ensinar a construção da liberdade, para que cada um pense e aja à sua maneira, criando sua própria ideologia, assumindo sua singularidade, sem no entanto fechar-se para a amplitude do meio social.”
Bolsas para Filosofia
6 – Raimundo de Farias Brito
Nascido em 1882, Farias Brito foi considerado o autor de umas das principais obras filosóficas produzidas no Brasil, as trilogias “Finalidade do Mundo” e “Ensaios sobre a Filosofia do Espírito”.
Cada um que define o direito define-o segundo as condições do povo a que pertence e na conformidade da intuição particular da sua época.